Comissão Interdisciplinar debate cargo amplo


Depois de avançar no Adicional de Qualificação, a Comissão Interdisciplinar do Poder Judiciário começou a discutir na manhã desta terça-feira (13/4) a formatação das ações de treinamento. No entanto, esse tema esbarrou na necessidade de se definir o conceito de cargo. E isso gerou a discussão em torno de cargo amplo. Com esta reformulação, um servidor que, por exemplo, assume um cargo de Analista, com formação em psicologia, pode migrar de uma função judiciária ou administrativa para uma função de apoio especializado (Psicologia), desde que tenha qualificação necessária e vagas disponibilizadas pela Administração. Um Técnico, que exerça função administrativa e tenha concluído, posteriormente, um curso técnico em Informática, de nível médio, pode passar a atuar na Diretoria de Informática, como técnico em informática. São as vantagens do denominado “cargo amplo”.

Para Policarpo o cargo amplo deve ser aplicado no sentido de evolução profissional, já que o servidor necessariamente não precisa cumprir a mesma função a vida toda, no entanto, deve-se ter atenção com a possibilidade do cargo amplo abrir brecha para uma onda crescente de desvio de função. O coordenador-geral do Sindjus também coloca em debate a necessidade de se pensar em critérios para essa mobilidade interna.

Em razão de toda essa discussão, a opção pelo cargo amplo ou não será resolvida pelos diretores-gerais antes mesmo da reunião de apresentação do anteprojeto. Policarpo e Ramiro representam o Sindjus e a Fenajufe, respectivamente.

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