Confira o balanço da coleta de pilhas e baterias do TJDFT

Mais uma vez os magistrados e servidores do TJDFT confirmam seu apoio ao Programa Viver Direito, de responsabilidade socioambiental. É o que demonstra o levantamento sobre o recolhimento de pilhas e baterias usadas, para destinação correta, evitando o descarte de material altamente poluente na natureza. Segundo relatório do SERDIB – Serviço de Distribuição de Bens de Consumo, desde o início da ação, em junho deste ano, até agora, já foram coletadas 1223 pilhas do tipo pequena A-A, 571 pilhas palitos, 73 pilhas médias, 66 pilhas grandes e 59 baterias do tipo 9V. No total, foram recolhidos 67,21 kg deste tipo de poluente.

As pilhas e baterias esgotadas no lixo comum têm na sua composição metais pesados como mercúrio, chumbo, cobre, zinco, cádmio, manganês, níquel e lítio, que nunca se degradam. Embora os fabricantes nacionais e os importadores legalizados já estejam comercializando no mercado brasileiro produtos adequados ao limite máximo de metais pesados em sua composição, estabelecido na resolução Conama 257/1999, o perigo se dá porque aproximadamente 40% das pilhas vendidas no país são importadas e estão fora dos padrões de segurança ambiental. Para completar, apenas 35% das cerca de 5 mil cidades brasileiras têm aterros sanitários e a maioria dos municípios ainda usa lixões, que carecem de controle de qualidade ambiental.

Logo, a melhor opção ainda é a coleta seletiva desses materiais e sua destinação para a reciclagem. Esse material pode ser descartado nas urnas colocadas nas portarias de acesso às unidades do TJDFT, especificamente para este fim. Para garantir a correta destinação, o Tribunal firmou uma parceria com a agência do Banco Real no Bloco A, que encaminha o material ao seu programa “Papa-pilhas”.

A coleta no TJDFT já alcançou a adesão do público externo e o reconhecimento do jornal Correio Braziliense, como uma ação responsável da Instituição. As urnas foram motivo de matéria de destaque (“Consumo consciente até o fim”) na edição do dia 1º/07/09 do jornal, com repercussão na TV e Rádio Justiça.

Fonte: TJDFT

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