Diário da greve: Ato na Câmara reforça necessidade de mobilização

O ato realizado, na tarde de ontem (14), na Câmara dos Deputados, mais do que alcançar nossas expectativas mostrou-nos que estamos no caminho certo. No caminho que nos levará a aprovação dos nossos projetos. Os dez deputados que participaram do evento foram enfáticos ao dizer que a mobilização dos servidores e o apoio do Judiciário serão fundamentais na aprovação do relatório do Policarpo.

Os servidores, que lotaram o auditório, entenderam o recado e deixaram o Congresso com a motivação necessária para fortalecermos o nosso movimento. Além de buscar a adesão dos servidores que ainda insistem em trabalhar normalmente, precisamos conquistar o apoio dos deputados do DF a nossa causa.

Ontem, dos oito deputados eleitos pelo Distrito Federal apenas dois se fizeram presentes. O curioso é que esses seis deputados que não deram as caras no ato de ontem também contaram com votos da categoria. Precisamos procurar o deputado que ajudamos a eleger e cobrar seu apoio.

É com esse espírito, renovados de esperança e estímulo, que vamos participar do ato de hoje, quarta-feira, às 15h, no Supremo Tribunal Federal. Mais uma vez vamos pressionar o presidente Peluso e os demais ministros para que eles abracem de uma vez por todas a luta pela aprovação do relatório do Policarpo.

Porém, não vamos pressionar só os magistrados. Vamos pressionar também os servidores do STF que continuam trabalhando. O Supremo é um tribunal estratégico que teria um grande peso na greve. No entanto, a paralisação de servidores do STF ainda é muito tímida. Se os servidores do STF tivessem aderido plenamente a nossa greve, certamente, devido à proximidade com a cúpula do Judiciário, já teríamos avançado bastante no que desejamos.

Por isso, hoje, vamos todos ao STF cobrar o apoio dos magistrados e também dos servidores daquele tribunal. Reforçando o que ouvidos ontem na Câmara, só teremos sucesso na aprovação do relatório do Policarpo se nós estivermos inteiramente mobilizados e apoiados pelo Judiciário. Portanto, mãos à obra. Todos ao STF, às 15h!

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