Aprovação do PL 6613/2009: Diretores pedem apoio a deputados


Diretores do Sindjus estiveram novamente hoje pela manhã na Câmara dos Deputados e pediram apoio aos deputados federais do PT e do DEM, alguns deles integrantes da Comissão de Finanças e Tributação (CFT), à aprovação do PL 6613/09. Os parlamentares participavam de reunião de bancada e conversaram com os representantes do sindicato. Foram eles: Pauderney Avelino (DEM/AM), Alexandre Leite (DEM/SP), Rui Costa (PT/BA), José Guimarães (PT/CE), Valmir Assunção (PT/BA), Amauri Teixeira (PT/BA), Fernando Ferro (PT/PE) e João Paulo (PT/PE).

Na carta, o Sindjus informa que o presidente da CFT, deputado Cláudio Puty (PT/PA), fez um compromisso em julho passado que colocaria em votação o projeto na primeira quinzena de setembro. O parlamentar criou um Grupo de Trabalho para negociar a aprovação junto aos demais poderes.

Durante esse período de negociação, o Judiciário cumpriu sua parte. Enviou o impacto para implementação do PL 6613/09 ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. E o Executivo enviou a mensagem nº 355 para o Congresso, com o montante necessário para o projeto em questão. Portanto, não há motivo algum para adiar um projeto que está há mais de um ano nesta comissão.

Hoje à tarde, os diretores do sindicato voltam para a Câmara dessa vez para visitar os gabinetes dos parlamentares da CFT e cobrá-los da promessa em votar o projeto até a primeira semana de setembro. Amanhã, às 10h, a comissão se reúne para votar matérias. “É muito importante o comprometimento da categoria em participar da reunião. Vamos cobrar o compromisso do presidente da CFT, Cláudio Puty (PT/PA), de votar o PL 6613”, afirmou Cledo de Oliveira Vieira, coordenador geral do Sindjus.

Um dos deputados que apoiam o projeto é o petista Valmir Assunção. Ele reiterou aos diretores que o compromisso tem de ser cumprido. O deputado Amauri Teixeira também manifestou apoio para a aprovação do projeto.

O Sindjus explicou aos deputados que não há qualquer razão em não votar o PL 6613, que já tem previsão orçamentária para 2012. A cúpula do Judiciário já demonstrou claramente que defende a aprovação do projeto.

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