Enquete: deflagrar greve, estado de greve ou dar um novo prazo conclusão das negociações?

O Correio Braziliense traz em sua edição de hoje (14) a informação de que o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, disse, durante audiência na Câmara no dia 11, que “é muito cedo para fazer qualquer comentário sobre uma definição cujo prazo é agosto”. Esse prazo refere-se à data limite para a definição do orçamento. Ou seja, o governo tem até o dia 31 de agosto para se posicionar quanto à alocação do recurso requerido pelo Judiciário para a viabilização do PL 6613/09.

Os apelos do presidente do STF, ministro Ayres Britto, também têm seguido essa linha. Tem sido enfático ao dizer que as negociações estão ocorrendo, mas que ele necessita de um pouco mais de prazo para concretizar a aprovação do nosso PCCR. Aliás, Britto tem frisado que a aprovação do PL 6613/09 é questão de prazo. Durante nosso ato de ontem (13), o diretor-geral e o secretário da presidência do STF confirmaram aos nossos diretores que o presidente Britto está em negociação com o Planalto, mas que não podem divulgar essas conversas para não atrapalhar o fechamento deste acordo.

Diante desse cenário, fica a pergunta: qual caminho você acha que a categoria tem que tomar? Confiar no ministro Ayres Britto e esperar mais um pouco pela concretização da negociação? Deflagrar greve mesmo diante da ameça do ministro Ayres Brito de culpar a nossa mobilização por um possível fracasso nas negociações? Esse tema será discutido na assembleia de hoje, às 16h, em frente ao Supremo Tribunal Federal. Compareça e ajude-nos a decidir o futuro da nossa luta.

Enquanto a assembleia não chega, responda a enquete:

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