Sindjus responde ofício do DG do STF

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Diante da falta de transparência da administração do Supremo Tribunal Federal, que realizou nos últimos meses estudos visando à criação de uma carreira específica para os servidores do STF com salários equiparados ao do quadro do TCU e da negativa de se criar uma comissão interdisciplinar para discutir a valorização salarial de todos os servidores do Judiciário, o Sindjus se viu obrigado a tomar um caminho enérgico para garantir que nossa categoria não fosse destruída por uma proposta equivocada e nociva.

O ofício mº59/DG encaminhado pelo diretor-geral do STF, Miguel Fonseca, indica que o Sindjus está no caminho certo, de fazer o enfrentamento necessário para defender a categoria. Diante das críticas sofridas, o sindicato esclarece que foi necessário tomar essa postura, de exigir respeito por parte do presidente do STF, chamando-o à responsabilidade que tem para com toda a categoria no plano simbólico, uma vez que todos os planos de cargos e salários foram negociados junto aos outros poderes pelo chefe do Poder Judiciário, representado pelo presidente do Supremo. E na reunião com o Diretor-Geral do dia 14 de março o tom foi de que a administração defendia a proposta de cisão do Judiciário, inclusive admitindo que os servidores do STF tinham diferenciais que permitiam essa separação.

O Sindjus que é representante legal de todos os servidores não podia cruzar os braços e deixar de defender o conjunto. O VT da campanha “isonomia pra toda categoria” foi parte da estratégia de luta adotada para impedir que o Judiciário fosse fragmentado do dia para noite. Pois, a informação obtida durante a reunião supracitada foi de que a proposta poderia ser votada pelo Pleno a qualquer momento. Em razão dessa informação, o Sindjus, que não foge ao seu histórico combativo, viu a necessidade de mobilizar a base e a veiculação da campanha na TV e no rádio integram tradicionalmente esse plano de mobilização.

Agora, a partir da última reunião com a administração, verificando a mudança do tom quanto à forma de encaminhamento dessa proposta, o Sindjus vai tentar construir uma saída que atenda aos interesses do conjunto da categoria. A cordialidade sempre foi uma característica do Sindjus, que sempre optou pelo diálogo com as administrações, mas quando tudo é feito por debaixo dos panos e de forma autoritária é necessário agir de outra forma. A direção espera que o STF respeite a representatividade do sindicato e que o processo de construção do reajuste para todos os servidores, de forma conjunta, ocorra com tranqüilidade daqui em diante.

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