Nem a forte chuva impediu servidores de cobrarem uma resposta da ministra Miriam Belchior

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Mesmo enfrentando forte chuva, os servidores do Judiciário e do MPU compareceram ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, na tarde desta quinta-feira (30), para cobrar da ministra Miriam Belchior a reunião anunciada pelo STF e que deveria ter acontecido antes das eleições. A primeira reunião entre representantes do Judiciário e do MPOG aconteceu há quase um mês e desde então há a expectativa para um segundo encontro, também com a participação do representante do MPU, para que seja apresentada uma resposta sobre o reajuste dos servidores.

Com o intuito de exigir o fim dessa enrolação, os servidores do Judiciário e do MPU ocuparam, mesmo debaixo de chuva, a entrada principal do Ministério com faixas direcionadas à ministra Miriam Belchior, apitos, cornetas, buzinas, somados a um grupo de ritmistas que fez uma batucada ensurdecedora debaixo da marquise chamando a atenção para as reivindicações dos servidores que pressionaram muito pelo respeito à autonomia constitucional do Poder Judiciário e do MPU de modo que a proposta orçamentária contendo a recomposição salarial seja viabilizada dando assim sinal verde à aprovação dos Pls 7919 e 7920/14.

Respeito à Constituição

Durante o ato, os servidores levantaram cópias da capa da Constituição Federal num gesto simbólico para pedir que o Executivo respeite a autonomia constitucional dos outros poderes e das instituições públicas com autonomia constitucional de nosso país. E em alusão ao fato da presidenta Dilma e da ministra Miriam Belchior estarem rasgando a Constituição, eles discursaram de que não rasgariam as simbólicas constituições que empunhavam e sim a protegeriam, como é dever de todo brasileiro. O fato é que a categoria está indignada com tanto desrespeito e com tamanha enrolação e exige uma mudança de postura do Poder Executivo, que nos últimos anos deixou na mão os servidores do Judiciário e do MPU.

Pressão no Congresso

Também foi informado aos servidores pela diretoria do Sindjus que é preciso ficar atento ao Congresso Nacional, pois os projetos de lei que tratam do reajuste dos magistrados e membros do MPU já está na pauta da CTASP. O sindicato trabalha para que o PL 7920/14 seja incluído na reunião do dia 5, já que o relator, deputado Policarpo, ficou de apresentar seu relatório até segunda-feira (3). Já a relatora do PL 7919/14, deputada Flávia Morais, pediu mais uma semana para estudar as emendas, já que o projeto do MPU, diferentemente do Judiciário, que foca a questão salarial, traz mudanças negativas referentes à carreira.

Reunião do dia 5

Por isso, é importante os servidores ficarem atentos aos meios de comunicação do Sindjus para saber das convocações para atos, como a mobilização da próxima quarta-feira (5) durante a reunião da CTASP. Não podemos permitir que os projetos dos magistrados e dos membros do MPU sejam aprovados antes das matérias dos servidores.

Comando de Mobilização

Inclusive, para discutir a estratégia de luta para aprovar esses projetos, o comando de mobilização se reúne na próxima terça-feira (4), às 18h, no Hotel Nacional. O adiamento dessa reunião, que aconteceria na tarde de hoje, foi votado pelos próprios servidores presentes no ato.

Assembleias setoriais

Além disso, o sindicato continua realizando assembleias setoriais para reascender a chama de mobilização na categoria, pois precisaremos de muito fôlego para conquistar esse reajuste de modo que a pressão não pode parar.

Ato do dia 19

No dia 19, temos um grande ato na Praça dos Três Poderes. Mais uma vez vamos cobrar de Lewandowski, Janot e Dilma a nossa recomposição salarial. Para isso, precisamos estar unidos e mobilizados. A proposta do Fórum de Taguatinga, levada pelo servidor Wilson, é de repetir o protesto que foi feito ontem no Ministério do Planejamento, em proporções maiores, em defesa da autonomia constitucional do Poder Judiciário e do MPU.

Assembleia

Assim que houver qualquer novidade em relação à resposta do Executivo à proposta orçamentária do Poder Judiciário e do MPU, o Sindjus chamará assembleia-geral para levar as informações ao conhecimento da categoria e colocar em discussão os próximos passos da luta.






Crédito: Marina Soares

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