Disputa eleitoral não pode atrapalhar luta pelo reajuste salarial

A atual diretoria do Sindjus tem como único objetivo hoje a aprovação do PLC 28 e do PL 7919, além do encaminhamento de outras reivindicações de nossa categoria, como a conquista dos 13,23% para todos os filiados.

No processo eleitoral que está em curso no Sindjus há quatro chapas inscritas e os membros da atual diretoria que estão à frente da luta pela aprovação do reajuste não concorrem em nenhuma delas.

Durante esse período vários ataques foram feitos à direção do Sindjus, sempre visando as eleições. Mas entendemos que é parte do processo democrático. Contudo, a Chapa 3 passou dos limites ao atacar a estratégia do Sindjus, construída por todos nós que estamos na luta por esse reajuste desde 2009.

A Chapa 3 ataca a direção do Sindju, especialmente o coordenador-geral Jailton Assis, afirmando em seu material de campanha que a direção está construindo acordos prejudiciais aos servidores.

Os problemas criados por esse tipo de política de desconstrução, desrespeitosa e leviana, são muitos. O mais grave deles é a desmoralização de nossos atos e a desmobilização da categoria.

Os servidores do Judiciário e do MPU, em assembleia-geral no final de 2014, aprovaram parâmetros para a negociação, com o limite de manter na íntegra a tabela que está no PLC 28 e no PL 7919 e ter uma parcela em 2015. O Sindjus não negociará nada além disso e qualquer proposta diferente que chegar até a direção, precisa ser levada à assembleia-geral, para decisão soberana da categoria.

Repudiamos o trabalho de desconstrução da mobilização que esse tipo de campanha, promovida pela Chapa 3, impõe a nossa categoria e esperamos que nos próximos dias 20 e 21 os filiados possam, com responsabilidade, eleger uma direção que tenha condições de dar andamento a nossas lutas.

Confira a posição do Sindjus na Ampliada da Fenajufe abaixo:

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