Agentes de Segurança do TSE apresentam projeto de Centro de Treinamento ao Sindjus-DF

Em reunião na sexta-feira (16), os coordenadores do Sindjus-DF Eugênia Lacerda e Itamar Camilo debateram com agentes de segurança do TSE o projeto para o novo Centro de Treinamento do tribunal. Além dos coordenadores do Sindjus, participaram da reunião os colegas Edilson Ricardo, Paulo Ferraz, Reginaldo Rocha, Rogério Rodrigues, Alex Alves e Antônio Joaquim. O espaço, que já funcionou anteriormente, mas necessitava passar por uma reestruturação, era inicialmente destinado ao treinamento continuado dos agentes de segurança, que anualmente fazem teste de aptidão física para receber a GAS (Gratificação de Atividade de Segurança).

A iniciativa é uma reivindicação desse segmento da categoria, para que tivessem um local de treinamento em artes marciais e musculação. No entanto, o objetivo é a ampliação do uso do espaço para todos os servidores do TSE. Há também a ideia de extensão do Centro de Treinamento inicialmente para os agentes de segurança dos órgãos próximos ao TSE.

Pelo projeto, serão oferecidas aos servidores modalidades como ginástica funcional, Jump, Muay thai, boxe, Jiu-Jitsu, Karatê e Kung fu. A intenção é, ainda, abrir o espaço para servidores de outros tribunais próximos, como STJ e TST, e da PGR. Na reunião, os idealizadores dos projetos pediram o apoio do Sindjus-DF, ressaltando que o Centro de Treinamento pode se tornar uma boa opção de lazer, saúde e integração para os sindicalizados.

A inciativa, que conta com o apoio da Assertse (Associação dos Servidores do TSE), já tem um local, mas o tribunal garantiu apenas o espaço, o bebedouro e o cesto de lixo. Alguns equipamentos foram doados por servidores e pela Agelpoljus (Associação dos Agentes de Segurança do Judiciário Federal), mas ainda é necessário comprar alguns equipamentos.

Importante destacar que somente no ano passado, ainda quando o Centro de Treinamento estava em pleno funcionamento, mais de 200 pessoas fizeram atividades físicas no local, correspondendo a cerca de 10% do número de pessoas que atualmente trabalham no TSE.

Por isso, na avaliação dos diretores, é um ótimo projeto não só para os agentes de segurança, mas também para todos os servidores que poderão ter um espaço para cuidar da saúde física e mental.

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