Assembleia-Geral aprova contas do sindicato e abertura de processo contra diretores


Assembleia-Geral aprova contas do Sindjus-DF e determina abertura de processo contra diretores que deram causa a danos financeiros apurados pelo Conselho Fiscal

Em assembleia geral ordinária, no 31/08, na sede do TST, servidores do Judiciário Federal e do MPU aprovaram o parecer do Conselho Fiscal sobre a prestação de contas do Sindjus-DF, referente ao período de junho de 2016 a maio de 2017.

Para elaborar o parecer, os integrantes do Conselho analisaram documentos contábeis, balancetes mensais, balanço patrimonial, notas fiscais, relatório de controle e contratos de prestação de serviços, conforme determinam os artigos 32 e 33 do Estatuto Social do sindicato. O parecer aprovado apresentou algumas ressalvas, todas devidamente esclarecidas pelos coordenadores.

“O Conselho Fiscal opina que as contas do período analisado estão em condições de serem apreciadas pela Assembleia Geral Ordinária, com discussão e deliberação sobre as ressalvas apresentadas neste parecer e detalhadas no Relatório Final de Fiscalização do período”, afirmam os membros do Conselho Fiscal.

Foto: Kilson Ricardo

Durante apresentação do parecer, o conselheiro fiscal Jailton Assis informou que todas as contas foram analisadas com seriedade e de forma detalhada, tendo sido, ainda, observada a previsão orçamentária para este ano, aprovada no ano passado. Segundo ele, as sugestões apresentadas têm o objetivo de avançar no modelo de prestação de contas, garantindo mais transparência para os filiados.

Após debates relacionados ao parecer do Conselho Fiscal, a assembleia deliberou pela abertura de ação judicial contra diretores que causaram danos financeiros à entidade, conforme destacado nos seguintes itens ressalvados no parecer:


1) Assinatura de contrato de prestação de serviço de advocacia com cláusula de rescisão superior a 30 dias e rescisão com pagamento de multa rescisória;


2) Demissão de funcionários em período de estabilidade;

Um dos diretores apontado como responsável por medidas que oneraram os cofres do sindicato teve direito a cinco minutos de defesa durante a Assembleia de Prestação de Contas. Em seguida, por maioria absoluta, a assembleia decidiu abrir processo judicial contra esses dirigentes com objetivo de ver ressarcidos os eventuais danos causados.

“É importante destacar que o sindicato preza pela transparência nas suas ações, todas desenvolvidas em defesa da categoria. Na assembleia, tivermos a oportunidade de tirar todas as dúvidas levantadas em relação à atuação da nossa diretoria. Da nossa parte, seguiremos no empenho de zelar pelo patrimônio dos servidores do Judiciário e do MPU”, afirma o coordenador-geral Costa Neto.

Ao final, foi aprovada a proposta orçamentária para o exercício de 2018, com algumas sugestões incorporadas pela assembleia.

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