Sindjus-DF apresenta mais um cenário para o Pró-Saúde

O Sindjus-DF, objetivando contribuir para a solução do problema de custeio do plano de saúde do TJDFT, apresenta para conhecimento da categoria mais um cenário adicional, solicitado à empresa Mercer Gama, que leva em consideração alguns itens aprovados em assembleia e que será encaminhado aos membros do conselho deliberativo do Pró-Saúde como mais uma alternativa aos diversos cenários que lá já se encontram para análise. É importante que os servidores conheçam todos os cenários, pois o Conselho rediscutirá o futuro do Pró-Saúde em reunião agendada para o dia 31/10, uma vez que o presidente do TJDFT determinou o retorno ao Conselho Administrativo do Pró-Saúde do PA que trata do reajuste do plano, para reavaliação dos cenários, aprovação de nova proposta e apresentação ao presidente da Corte para encaminhamento ao pleno administrativo.Assim, considerando que o debate retorna para o conselho deliberativo, o Sindjus-DF informa que estará atuando firmemente junto aos membros daquele colegiado para que haja o diálogo necessário e se construa uma proposta justa, para que o resultado seja o menos traumático e esteja de acordo com os anseios dos servidores beneficiários.No cenário encomendado pelo Sindjus-DF, foi solicitado à empresa que levasse em consideração o percentual mínimo de reajuste para o equilibro financeiro das contas do plano de saúde e a faixa remuneratória bruta dos beneficiários, com a distribuição escalonada dos índices, de modo a se tratar igualmente os iguais e desigualmente os desiguais, na medida de suas desigualdades, além do estabelecimento do teto de custeio para despesas médicas e internações, objetivando eliminar o pesado custeio que recai sobre o orçamento familiar dos usuários do plano.As características do cenário apresentado pela empresa são as seguintes:1 – Percentual de custeio por faixas salariais, sobre a renda, deduzidos os auxílios;2 – Atendimentos Ambulatoriais por evento: Coparticipação de 30% limitada a R$ 200,00: ou seja, com isso haverá um teto de custeio de R$ 200,00 para os atendimentos (consultas e exames, por exemplo). Haverá a cobrança dos valores dos procedimentos, por evento, até o limite máximo de R$ 200,00;3 – Franquia de internação por evento (hospital de baixo custo): R$ 200,00:
considerando que as internações são a grande causa do endividamento dos servidores, haverá também limite máximo de cobrança, que será de R$ 200,00, acabando com a coparticipação e o superendividamento dos usuários. Nesse caso, se o servidor ficar numa UTI por mais de 30/60 dias, o valor devido será limitado a R$ 200,00;4 – Franquia de internação por evento (hospital de alto custo): R$ 4.000,00: no caso de procedimentos de alto/altíssimo custo o teto de custeio será de no máximo R$ 4.000,00 independentemente do valor total da fatura.5 – No cenário apresentado, não há cobrança de coparticipação em quimioterapia, radioterapia, hemodiálise, diálise e transfusão de sangue.Esclarecemos aos servidores que qualquer dos cenários apresentados, sejam aqueles objeto do estudo contratado pela Assejus e Amagis, seja o elaborado a pedido do Sindjus-DF, todos possuem aumentos substanciais, exigindo que se aprimore cada vez mais a discussão em volta do tema a fim de que se encontre coletivamente o melhor caminho.

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