Reforma Administrativa é fraude: despesa com servidores hoje é a menor em 22 anos

O governo insiste no engodo de que a Reforma Administrativa é necessária para cortar gastos relacionados a servidores públicos, que são equivocadamente colocados como privilegiados. No entanto, Relatório do Tesouro Nacional no ano de 2020 indicou queda nos gastos com salários de servidores federais ativos em relação a 2019. Segundo o estudo, a despesa com servidores ativos do governo federal, corrigida pela inflação, diminuiu 3,7% em relação a 2019.

A prova de que os servidores não podem pagar a fatura da crise econômica como quer o governo é que o gasto total com servidor hoje é menor do que o registrado em 1998. Portanto, o funcionalismo custa menos hoje do que há 22 anos, atestando que não há inchaço da máquina pública nem excesso de despesa.

“O governo continua obcecado para impor cortes de gastos públicos em áreas fundamentais, asfixiando a prestação de serviços e prejudicando a população. Elegeu o servidor e os serviços públicos como alvo, querendo reduzir salários e privatizar serviços essenciais. Esse discurso não cola, pois segue na contramão de dados oficiais. E a sociedade vem tomando consciência disso, principalmente em tempos de pandemia, da importância do serviço público para o país e do quanto o governo vem adotando uma política de sucateamento dos órgãos públicos altamente nociva à população brasileira”, afirmou Costa Neto, coordenador-geral do Sindjus-DF.

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