Justiça do DF confirma validade do 8° Congresso do Sindjus-DF que aprovou desfiliação da Fenajufe

_Oposição irresponsável sofre mais uma derrota na Justiça_

No ano passado, a Diretoria do Sindjus-DF, que é pautada pela transparência e diálogo franco com a categoria, já havia denunciado publicamente várias manobras de grupos político-partidários para sabotar e inviabilizar a realização do nosso 8º Congresso, bem como da assembleia-geral que analisou e consolidou o que foi deliberado pelos delegados congressistas.

Ainda em 2020, a Justiça manteve a realização do 8º Congresso, com o indeferimento das tutelas de urgência requeridas pelo conhecido grupo de oposição comandado por um ex-deputado, composto por militantes do PT/CUT e PSTU, que se juntaram para tentar sabotar as ações do Sindjus-DF. No entanto, eles não desistiram e continuaram tentando minar um congresso legítimo que deliberou importantes ações em prol da categoria e promoveu transformações necessárias no Estatuto Social.

Agora, a Justiça do DF confirmou em sentença de mérito a validade do 8º Congresso, que debateu e aprovou a desfiliação da Fenajufe, alterações estatutárias e estratégias de luta em defesa da categoria. Após refutar todas as alegações deduzidas pelos autores, o Juiz sentenciante concluiu: “JULGO IMPROCEDENTES os pedidos dos autores deduzidos na petição inicial”. Dentre os pedidos, estava a anulação do ato de convocação e da própria Assembleia Geral Extraordinária de 12/12/2019, bem como de suas deliberações. Essa foi a AGE que tratou da convocação do 8º Congresso do Sindjus-DF.

Mas a Justiça comprovou a legalidade da nossa assembleia, tanto no que se refere a sua convocação e deliberações, como a eleição dos delegados natos para o 8º Congresso. Tudo, aos olhos da Justiça, transcorreu de forma legítima, em obediência ao Estatuto, como atua a Diretoria do Sindjus-DF. Veja AQUI a sentença.

Não resta dúvida que tais grupos, que tentaram a todo custo boicotar nosso congresso, não se conformam com as decisões soberanas da categoria e tentam constantemente descumpri-las e desconstitui-las. São pessoas movidas meramente por fins eleitoreiros e político-partidários, que atuam fielmente sob o lema do “quanto pior, melhor”. Se ausentam de debates importantes e atividades voltadas ao cumprimento da pauta prioritária da categoria, agindo puramente em benefício próprio, com sabotagens e ataques ao Sindjus-DF, visando, por esses meios escusos, voltar a comandar a entidade. Lembremo-nos que o 8º Congresso, que foi sabotado por tais agrupamentos, discutiu a fundo a Reforma Administrativa, retirando encaminhamentos fundamentais à nossa luta. No entanto, esses grupos fizeram questão de não contribuir para um tema tão importante e urgente, preferindo seguir a cartilha e pautas defendidas pelos seus partidos políticos. Em história recente, esses militantes escolheram atuar contra e sabotar a derrubada do Veto 26, bem como dar as costas à luta contra as Reformas da Previdência e Administrativa e a outros temas pertinentes da nossa pauta.

O Sindjus-DF tem investido pesado na defesa intransigente dos serviços e servidores públicos. E o sucesso de uma gestão apartidária e independente tem incomodado aqueles que querem voltar, a todo custo, a dominar o nosso sindicato.

No entanto, existe Justiça. E além da decisão judicial que garantiu o 8º Congresso e suas deliberações, como a desfiliação da Fenajufe, cabe a categoria, nas eleições vindouras, decidir se vai querer um Sindicato controlado e aparelhado por partidos e centrais sindicais ou um Sindicato livre, voltado exclusivamente à defesa dos interesses e direitos dos servidores do Poder Judiciário e do MPU.

A Diretoria do Sindjus-DF afirma que o momento agora é de luta contra a Reforma Administrativa e demais ataques aos servidores. Quem ganha com essas batalhas internas, sabotagens e com toda a baixaria promovida por esses grupos? Aqueles que querem acabar com nossa estabilidade, congelar e reduzir nossos salários, privatizar os serviços públicos.

Infelizmente, alguns preferem sangrar a nossa categoria e atacar a nossa entidade para manter vivos seus partidos políticos e interesses pessoais.

Não é esse sindicalismo irresponsável que praticamos, não é esse Sindjus-DF aparelhado por partidos e centrais sindicais que construímos.

Mais uma vez, derrotamos essa antiga forma de política sindical, que é nefasta para a nossa categoria. A vitória é da categoria!

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