O CNJ montou uma programação especial para o Mês da Mulher e o Sindjus enfatiza a importância da nossa categoria participar dos eventos

O CNJ está com uma programação especial para celebrar o Mês da Mulher, incluindo seminários muito interessantes, reunião do Observatório de Direitos Humanos, campanha nas redes sociais, mostra de cinema e exposição. A abertura oficial será às 10h da próxima segunda-feira (03/03) com a presença da presidente do STF e do CNJ, Rosa Weber, e de outras autoridades. O Sindjus vai participar e convida todos os filiados a prestigiarem essas atividades, que têm o intuito de valorizar a representatividade feminina no Poder Judiciário.
Confira abaixo a matéria, na íntegra, publicada pelo CNJ:

No Mês da Mulher, CNJ promove programação em homenagem à representatividade feminina

No Mês da Mulher, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) promoverá uma série de eventos e de ações em alusão à representatividade feminina no Poder Judiciário. Entre os eventos programados, está a realização, nos dias 6 e 7 de março, do Seminário “Protocolo para julgamento com perspectiva de gênero: teoria e prática”, em parceria com o Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Programada para às 10h, a abertura do seminário contará com a participação da presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do CNJ, ministra Rosa Weber, da presidente do STJ e do Conselho da Justiça Federal (CJF), ministra Maria Thereza de Assis Moura, além dos ministros Lelio Bentes Corrêa, presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), e Og Fernandes, corregedor da Justiça Federal e vice-presidente do STJ.

Voltado a magistrados de todo o país, operadores do direito em geral, servidores públicos e estudantes, o evento acontecerá na modalidade híbrida, como possibilidade de participação presencial e à distância, com transmissão pelo canal do STJ no YouTube.

Outro seminário promovido pelo CNJ que está na programação (dia 23/3) tem como tema “Paternagem e superação de masculinidades tóxicas para equidade”. A ideia do debate é promover a alteração efetiva das manifestações originadas pela cultura do machismo.

O evento terá a condução de Miguel Fontes, diretor executivo e fundador da Promundo, uma das organizações líderes no envolvimento dos homens na paternidade e no cuidado das crianças durante a primeira infância em todo o mundo.

O Mês da Mulher contará ainda com uma reunião do Observatório de Direitos Humanos, às 10h, do dia 10 de março, quando serão apresentados os Cadernos de Jurisprudência do Supremo Tribunal Federal sobre Direitos das Mulheres.

Elas fazem história

Ao longo do mês, com a campanha #Elasfazemhistória, as redes sociais do CNJ darão visibilidade à multilateralidade e ao protagonismo femininos, assim como à participação feminina na construção da história do mundo, pela voz das mulheres.

Nos dias 24 a 26 de março estará aberta, no Centro Cultural Banco do Brasil, a mostra de cinema “Elas Fazem História”, que contará com um ciclo de debates sobre questões de gênero e invisibilidade social. Serão exibidos os documentários “Poeira e Batom no Planalto Central – 50 mulheres na construção de Brasília”, de Tânia Fontenele; “História de Dona Flor – parteira, curandeira e protetora do cerrado”, de Érica Bauer; e “A Juíza – um sonho de igualdade”, de Betsy West e Julie Cohen.

Exposição

A programação do mês da Mulher contará também com a exposição, no Auditório do CNJ, de obras do artista plástico Manu Militão. Os trabalhos do artista homenageiam 38 mulheres do cenário político nacional, que defenderam a democracia brasileira e o sufrágio feminino. Entre os quadros que estarão expostos, de 9 a 31 de março, há imagens de mulheres como Bertha Lutz (pesquisadora e sufragista), Nízia Floresta (escritora, feminista e defensora da participação feminina na política) e Almerinda Farias (jornalista e sufragista).

Texto: Mariana Mainenti
Edição: Thaís Cieglinski
Agência CNJ de Notícias

 

 

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