Sindjus acompanha votação da LDO no Congresso

A coordenadora do Sindjus Ana Paula Cusinato está, na manhã desta terça-feira (17), no Congresso Nacional, mais precisamente no plenário 02, da Comissão Mista de Orçamento, com o objetivo de marcar presença dos servidores na Câmara.

Ana conversou ontem (16) com o vice-líder do governo Dilma, deputado José Guimarães, pressionado o deputado a colocar em votação os projetos que reajustam os salários dos servidores do Poder Judiciário e do Ministério Público.

Três reuniões hoje

O presidente da Comissão Mista de Orçamento, deputado Paulo Pimenta (PT-RS), convocou três reuniões para hoje, para votar o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2013. Os encontros serão realizados hoje (17), às 10 horas, às 14h30 e às 19 horas, no Plenário 2.

Ainda não há acordo para a apreciação do relatório final, apresentado pelo senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), mas o presidente da Câmara, Marco Maia, disse nesta segunda-feira (16) que há espaço para o entendimento. Também como parte do esforço para votar a LDO foi marcada uma sessão conjunta do Congresso para esta terça, às 11 horas.

Falta de acordo

Pimenta reconheceu que são grandes as chances da votação ficar para agosto se não houver um acordo entre os partidos. “É muito difícil que a comissão funcione em um cenário de obstrução”, disse. Mesmo assim, ele decidiu se antecipar e marcou as reuniões, caso surja um entendimento de última hora entre o governo e os partidos que fazem obstrução à análise do projeto.

A oposição (DEM, PSDB e bloco PV-PPS) vem obstruindo as votações na Comissão de Orçamento. Na base aliada, o PDT informou na semana passada que também está em obstrução. O parecer final à LDO foi apresentado no dia 3 de julho. A disputa política em torno da liberação das emendas retirou o foco do texto do senador Valadares, que não chegou a passar por nenhum debate na comissão. A pedido de Pimenta, a oposição apresentou uma lista de pontos que deseja mudar no relatório. Entre eles está a exclusão do dispositivo que permite ao governo executar investimentos na ausência de lei orçamentária.

O relator anunciou que só depois que for fechado um acordo para a votação do projeto é que vai se pronunciar sobre as demandas apresentadas até agora de alteração do seu parecer final.

Com informações da Agência Câmara

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