Vigília no TSE: sucesso de participação

Cerca de 300 servidores do Judiciário e do MPU marcaram presença na vigília pela aprovação dos PLs 6613 e 6697, na noite desta terça (31). Ao som da escola de samba Barakessã, de Valparaíso, com velas acesas nas mãos e muito entusiasmo, eles reafirmaram a exigência de ver os projetos aprovados com as alterações propostas pelo 6º Congresso do Sindjus.

Os servidores deram a volta, em passeata, no prédio do TSE e fecharam o trânsito junto à entrada por onde chegam os ministros do Tribunal. A vigília teve o objetivo de mostrar ao ministro Ricardo Lewandowski que a interlocução entre o Judiciário e o MPU com o Executivo, para aprovação do PCCR, se faz urgente e a categoria está unida e confiante na atuação das autoridades.

“O presidente do TSE estava junto com o ministro Peluso quando foi feito o acordo para aprovar nossos planos após a eleição. Entretanto, mesmo sendo co-responsável por aquele acordo, nada disse até o momento sobre o resultado dessa negociação. Estamos aqui hoje para lembrá-lo de sua atuação na época e de sua responsabilidade em todo esse processo”, reforçou Berilo Leão.

Além da presença do Sindjus, o deputado federal Policarpo (PT/DF), esteve presente e falou com os participantes. Ele lembrou a importância do TSE durante outros momentos históricos de luta, como a greve de 2002, quando o então presidente do Tribunal, Nelson Jobim, foi o interlocutor do Judiciário para a aprovação do PCCR. Policarpo também ressaltou a importância do ministro Lewandowski nessa discussão.

O deputado afirmou ainda que a categoria precisa fazer cumprir as resoluções do 6º Congresso do Sindjus: fortalecer a greve. De sua parte, garantiu que apresentará o relatório contemplando o que foi definido no 6º Congresso. Disse também que encaminhará nesta quarta, dia 1º, um ofício ao juiz auxiliar da Presidência do STF, Fernando Marcondes, com uma solicitação de reunião para fechar o texto que irá à votação na CFT. A ideia é harmonizar o que o STF definiu com os interesses da categoria. O deputado sabe que cabe ao STF definir a forma de remuneração de seus servidores e que à Câmara sempre coube a adequação desses interesses.

Ao final da vigília, todos os presentes cantaram o Hino Nacional e comemoraram o sucesso da manifestação. Hoje, às 15h, todos os servidores estão convocados a participar do ato público em frente ao STF.

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