Comunicação, sim; nem sempre jornalismo

COMUNICAÇÃO, SIM; EXPLORAÇÃO NÃO!

 
As mídias sociais são hoje ferramenta essencial para a organização dos
movimentos populares. Com a postagem de informações produzidas por
sindicatos, associações e pelos cidadãos em facebooks, sites e mesmo
pela transmissão por meio de emails particulares, se produzem
conteúdos que concorrem com a imprensa tradicional.

 

Já se foi o tempo em que os jornais e televisões tinham a única versão
sobre os fatos. Hoje as versões são múltiplas – o que significa
liberdade de expressão e capacidade de todos interagirem para a
formação da opinião pública.

 

“O movimento social se pautava pela mídia, e agora a mídia se pauta no
que o movimento social posta na internet”, assegura Joaquim Carvalho,
que coordena uma equipe de jovens que estão cobrindo a greve dos
servidores do Judiciário e do Ministério Público.

Eles publicam o material no site, twitter e facebook do Sindjus, que
em sua primeira semana de trabalho chegou a quase 5.000 visualizações.
Nesta segunda-feira, foram cerca de 1.000.

Eles não querem substituir os profissionais da imprensa. Mas ações
como essa significam a independência dos sindicatos em expor as idéias
de seus dirigentes e associados. Isto porque, uma simples inserção na
Globo, por exemplo, para ser produzida e comprado o espaço para 30
segundos no ar chega a R$ 25 mil.

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