No dia 24 de maio, a categoria vai parar contra as reformas do governo Temer

A próxima quarta-feira (24/05) será um dia de muita luta contra as propostas do governo federal, que ameaçam os direitos da população brasileira. Seguindo mais uma chamada das centrais sindicais, servidores públicos, trabalhadores do setor privado, estudantes e militantes sociais de diversas organizações virão à capital federal participar do Ocupa Brasília. Esse é mais um calendário unificado para barrar as reformas da Previdência e Trabalhista, em tramitação no Congresso Nacional.

Foto: Renata Maffezoli

Os servidores do Judiciário Federal e do MPU se somarão aos demais setores, participando da marcha unificada e paralisando os trabalhos por 24 horas, conforme aprovado em assembleia geral do Sindjus-DF nesta quinta-feira (18/05). Após avaliar o cenário de crise política e econômica, somado às recentes denúncias da operação Lava Jato envolvendo o presidente Michel Temer e aliados de seu governo, a categoria avaliou que o momento exige o fortalecimento e ampliação das mobilizações, para conseguir barrar as reformas em andamento.

O dia de atividades do Ocupa Brasília começará às 11h, com a chegada de caravanas de outros estados e início da concentração no estádio Mané Garrincha. Já em relação à paralisação organizada pelo Sindjus, às 12h haverá piquetes de convencimento nos locais de trabalho, de onde sairão ônibus e vans às 13h para a concentração do ato unificado, no estádio. À tarde, uma grande marcha percorrerá o Eixo Monumental, passando pela Esplanada dos Ministérios em direção ao Congresso Nacional.

Uma grande estrutura será montada na concentração pelas centrais sindicais. O Sindjus também deve colocar uma tenda para receber os servidores grevistas que irão para o ato unificado. Carros de som conduzirão a manifestação durante o percurso e o ato em frente ao Congresso Nacional, com falas de dirigentes das centrais, confederações, federações, sindicatos e organizações sociais.

O objetivo é reunir o máximo possível de pessoas nesse momento que servirá para mostrar ao governo e seus aliados que os trabalhadores não aceitarão pagar a conta da crise e da corrupção. A participação dos servidores do Judiciário e MPU é fundamental para fortalecer essa luta, junto aos demais setores da sociedade indignados com as ameaças aos direitos.

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