Em tempo real: Sindjus-DF acompanha direto do plenário 2 da Câmara a sessão de leitura do relatório da Comissão Especial da PEC 06

O coordenador-geral do Sindjus-DF e da Fenajufe Costa Neto e o Coordenador Jurídico do Sindjus-DF e de Comunicação da Fenajufe Roniel Andrade se encontram nesse momento no plenário 2 da Câmara dos Deputados, acompanhando a sessão extraordinária para leitura e apresentação do relatório da Comissão Especial da Reforma da Previdência (PEC 06/2019).

Iniciada a sessão, o presidente abriu os trabalhos e informou sobre a realização de acordo para a leitura do Relatório, ocasião em que a deputada Gleisi Hoffman (PT/PR) pediu questão de ordem para informar que não houve acordo com a bancada do PT e que não reconhecia o acordo. Após foi dada a palavra à deputada Jandira Feghali (PCdoB/RJ), líder da minoria que reclamou quanto aos procedimentos adotados pelo relator. Prestados esclarecimentos pelo relator deputado Samuel Moreira (PSDB/SP) foi repassada a palavra ao Deputado Major Hugo (PSL/GO) e, posteriormente aos Deputados André Figueiredo (PDT/CE), Alexandre Frota (PSL/SP), Ivan Valente (PSOL/SP) Marcel Van Hattem (NOVO/RS) e Henrique Fontana (PT/RS), cujos debates se seguirão com a concessão da palavra aos demais líderes de bancada.

O Sindjus-DF acompanhará de perto a leitura do Relatório, informando à categoria todo o desenrolar da sessão.

A equipe de mobilização do Sindicato também está presente na área externa do Anexo II da Câmara com faixas e materiais fazendo a mobilização contra a reforma da previdência.

Fases seguintes na Comissão

Após a leitura do parecer deve haver pedido de vista. A discussão do texto só deve começar na próxima terça-feira (18). Todos os 513 deputados poderão se inscrever para falar nessa fase.

O presidente da comissão da reforma da Previdência, deputado Marcelo Ramos (PL-AM), já informou que fará três sessões na semana das festas juninas na tentativa de votar a proposta ainda em junho.

Segundo a avaliação de Ramos, o feriado de Corpus Christi (20/06) e as festas juninas podem jogar a votação para julho.

Na comissão de 2017, que analisou a reforma enviada por Temer, a votação durou três dias. Enquanto os prazos correm, o governo busca votos. E cabe aos trabalhadores fazerem a sua parte e intensificarem a pressão sobre os parlamentares.

Diante desse cenário, o Sindjus-DF reforça a necessidade de todos participarem da greve geral do dia 14 contra o desmonte da Previdência e os ataques do governo aos direitos dos trabalhadores. Servidores do Poder Judiciário e do MPU, vamos à greve!

Chegou a hora de demonstrarmos nossa força, nossa resistência, de contrapormos a ofensiva do governo, que não tem poupado esforços e recursos para conseguir os votos necessários para a aprovação do texto. Vamos paralisar nossas atividades por 24h, contribuindo para fortalecer a mobilização nacional de combate à proposta de desmonte da Previdência Social.

 

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