Sindjus-DF celebra o Dia do Orgulho Autista trazendo cinco fatos importantes sobre o TEA

Dia 18 de junho é comemorado o Dia do Orgulho Autista. Embora o Transtorno do Espectro Autista (TEA) tenha ganhado cada vez mais visibilidade em âmbito nacional e internacional, ainda há diversos mitos em relação à condição. Entre elas, a de que o Autismo seria uma doença.

Um dos objetivos da data é conscientizar as pessoas sobre o autismo, de modo a transformar a visão errônea difundida quanto ao autismo, passando de “doença” para “diferença”.

O Sindjus-DF, por meio de seu Núcleo de Inclusão tem desenvolvido diversas campanhas de conscientização sobre o autismo, bem como ações para assegurar o cumprimento dos direitos das pessoas com autismo, inclusive, dos servidores autistas ou que são pais de autistas.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), há 70 milhões de pessoas com autismo em todo o mundo, sendo 2 milhões somente no Brasil. Ou seja, uma a cada 59 crianças apresenta traços de autismo.

Autismo é um transtorno do neurodesenvolvimento que faz parte de um espectro. Ou seja, ele pode se manifestar de formas diferentes em pessoas diferentes.

Confira alguns MITOS sobre o TEA:

Autistas não sentem emoções

O TEA não causa alteração nas emoções. As emoções são apenas sentidas, percebidas e expressadas de forma diferente.

O Autismo é causado por vacinas ou exposição a materiais tóxicos

Estudos recentes indicam que o autismo é uma condição muito complexa, cuja origem parece estar relacionada a combinações de diferentes genes somada a influências ambientais.

Todo autista balança o corpo para trás e para frente

Os movimentos repetitivos e o balanceio realmente fazem parte do comportamento de muitos autistas, mas nem todo autista apresenta essa condição no dia a dia.

Todas as pessoas com autismo têm QI abaixo da média?

Não há um padrão sobre a condição intelectual dos autistas. Há autistas super dotados e há também aqueles com deficiência intelectual.

Há cura para o Autismo

Por não se tratar de uma doença, não há o que falar em cura. Trata-se de uma condição que acompanha o indivíduo durante toda vida.

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