Nota de repúdio contra a matéria “TSE, um resort”, do Correio Braziliense

Viemos por meio desta nota, mostrar total indignação com a notícia publicada no dia 24/11 pelo Correio Braziliense, “TSE, um resort”. A matéria além de chamar de “pompoarismo”, a palestra ministrada às servidoras, em virtude do outubro rosa, sobre fortalecimento do assoalho pélvico, como uma medida preventiva de doenças, errou também ao dizer que as iniciativas de qualidade de vida trata-se de regalias, quando diz ser um “resort”. Uma lamentável e total desinformação.

A título de informação, a técnica de fortalecimento do assoalho pélvico é utilizado por fisioterapeutas como tratamento e prevenção às estruturas e órgãos abdominais da mulher e do homem também, trazendo diversos benefícios à saúde. É uma região que pode ser comprometida em decorrência da gestação, do parto, câncer e/ou intervenções que possam vir a causar incontinência urinária, fecal ou constipação intestinal, por exemplo. A técnica visa o fortalecimento da musculatura da região e com isso, a redução de casos cirúrgicos, de medicamentos e de alto custo com tratamentos. Inclusive, o próprio Conselho de Fisioterapia publicou nota em seu instagram e enviou ao Correio Braziliense os devidos esclarecimentos técnicos (veja aqui)

Não se pode confundir iniciativas de qualidade de vida e manutenção da saúde dos servidores, como regalias. Manter a saúde do corpo profissional visa a economicidade do serviço público quanto ao desempenho eficiente das atribuições concomitante à redução das ausências no trabalho para tratamento de saúde.

A reportagem do Correio Braziliense foi sim, um desserviço à informação, desqualificando o trabalho que vem sendo realizado na prevenção de doenças. Foi um desrespeito aos servidores, e, em específico, às mulheres com repercussões difamatórias e deturpadas do real e genuíno objetivo do trabalho dos profissionais de saúde do próprio Órgão. O Sindjus-DF não concorda com essa crítica ácida e difamatória.

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